A ONG CIEM Parabeniza a Nossa Quilombola Helem, por esta importante vitoria, que o seu esforço e dedicação sirva de inspiração para todos nossos jovens quilombolas. obrigado por nos orgulhar, obrigado a sua família. Parabéns
BLOG SOB RESPONSABILIDADE DE ELTON SANTOS, POSTAGEM DAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS DE CANGUÇU E REGIÃO
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Candidatos a Vereador Negros de Canguçu
O trabalho de conscientização, de valorização da raça negra, o
conhecimento de sua verdadeira História, de auto-estima, de organização dos
quilombos que a ONG CIEM, vem a longos anos realizando aqui em Canguçu, começa
a dar resultado, prova disso são os inúmeros candidatos negros a vereador este
ano em nosso município. O Dia consciência negra, feriado Municipal, escolha da
beleza negra, grupo de dança, varias atividades vem inserindo o negro na
sociedade de uma forma igualitária, e de uma forma natural o negro vem ocupando
seu espaço, e agora na política temos vários candidatos, confira nossos
candidatos e vote.
continuaremos a postar os demais candidatos negros...
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Governador Tarso Genro em Canguçu
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fonte: Canguçu online |
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terça-feira, 10 de julho de 2012
Candidatos a Vereador quilombolas
Quando fui convidado para uma reunião na
localidade da Favila, que por acaso e a terra natal de meus familiares, eu
nunca tinha ouvido falar em "QUILOMBOLAS", a partir deste momento, me
engajei na luta do povo negro, e com ajuda de vários amigos há seis anos
criamos a ONG CIEM, e organizamos varias reuniões, seminários, plenárias, e
doze associações Comunitárias quilombolas, todas organizadas com estatuto, CNPJ,
e certidão de auto definição pela Fundação Palmares, andei juntamente com
lideranças quilombolas por todo País, são Paulo, Brasília, Porto Alegre, sempre
atento para conhecer mais sobre o povo negro, fiz varias palestras em escolas municipais,
Estaduais, e Universidade federal (FURG), apoiei grupos de danças afro, e fui
juntamente com o grupo de Dança da Escola Francisco Meireles ate Caxias do Sul,
numa linda apresentação que encantou a todos, grato a professora Ingrid. Sempre
nesta caminhada há vários anos, levando a todos os quilombolas que agora e o
momento de ser os protagonistas de nossa Historia e deixar de ser coadjuvantes,
que temos que nos inserir na sociedade de uma forma igualitária, e
principalmente conhecer nossa rica historia e nossa cultura, para poder
planejar nosso futuro e fazer parte dele, e atuar em todas as esferas. e por
isso minha felicidade e de todos que fizeram e fazem parte desta historia, que
este ano temos dois candidatos quilombolas. E quatro ou mais candidatos negros
a vereador nesta eleição de 2012.
Na próxima semana a relação completa de nossos candidatos
Elton Santos –
assessor especial de comunicação
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Discriminação racial no Brasil ainda é forte
Um
dia após a data em que se comemora a Abolição da Escravatura no Brasil,
13 de maio, o senador Paulo Paim lembrou em plenário, nesta
segunda-feira (14/05), a importância, a coragem e o massacre do grupo
de escravos conhecido como Lanceiros Negros, que tiveram participação
destacada na Revolução Farroupilha, que movimentou o Rio Grande do Sul
ainda durante o Império. O batalhão, formado exclusivamente por negros
cuja única arma eram lanças, foi massacrado em 14 de novembro de 1844,
num episódio histórico que ficou conhecido como “A Surpresa dos Porongos” – hoje município de Pinheiro Machado.
A
Revolução Farroupilha começou em 1835 prometendo dar liberdade aos
escravos que lutassem a seu favor. Segundo Paim, o batalhão dos
lanceiros compôs o verdadeiro grupamento de heróis da Guerra dos
Farrapos. “Lembro aqui que nós, brasileiros, não sabemos sequer o nome
dos lanceiros negros”, lamentou.
“No
final de 1844, já há 9 anos em guerra, a província desgastada, a
guerra parecia perdida. Com o intuito de dar um fim ao conflito, na
madrugada de 14 de novembro, foi dada a ordem pelo poder imperial para
que tirassem as armas dos escravos negros. O argumento era o medo de
que esses se rebelassem, exigindo o fim da escravidão. Assim, por volta
das duas horas da madrugada, as tropas imperiais entraram no campo de
Porongos e o corpo dos lanceiros negros, desprotegido, foi então
dizimado”, recordou.
O
senador gaúcho aproveitou também a “comemoração” da abolição para
lembrar que, embora muito esperada e comemorada com alegria, a
libertação dos escravos não foi capaz de por fim de fato à escravidão.
“Nós estamos vivendo, há 124 anos, a abolição da escravatura não
conclusa, tanto que o Supremo Tribunal Federal somente agora, agora,
nos últimos dias, aprovou a possibilidade de os negros terem direito a
quotas para chegarem a uma universidade. Passados 124 anos, nossa
realidade mostra que a população negra continua sofrendo as
consequências da escravidão”, disse.
Munido
de dados de pesquisas, Paim argumentou que ainda é forte a chamada
“discriminação racial na sociedade brasileira”. Segundo ele, essa
discriminação é o que determina diferentes padrões de atendimento e
tratamento, por exemplo, de saúde, educação e segurança da população
negra.
“O risco de morte por desnutrição é, por exemplo, para o negro, 90% maior do que para aqueles que não são negros. Fonte: Ministério da Saúde. A chance de morrer por tuberculose entre adultos é 70% maior do que para aqueles que não são negros. A Organização Mundial da Saúde recomenda, no mínimo, seis consultas de pré-natal. Pois bem. As estatísticas mostram que o índice de mulheres que passam por mais de seis consultas no pré-natal é de 62% entre mães de nascidos vivos que não são negros e de apenas 37% entre as mulheres negras. Ou seja, 62% de mulheres que não são negras fazem os exames seis vezes e as mulheres negras, 37%, praticamente a metade.
A mortalidade de crianças negras até o quinto ano de vida é de 36 por mil, diminuindo para 28 por mil se se tratar de crianças que não são negras”, relatou.
“O risco de morte por desnutrição é, por exemplo, para o negro, 90% maior do que para aqueles que não são negros. Fonte: Ministério da Saúde. A chance de morrer por tuberculose entre adultos é 70% maior do que para aqueles que não são negros. A Organização Mundial da Saúde recomenda, no mínimo, seis consultas de pré-natal. Pois bem. As estatísticas mostram que o índice de mulheres que passam por mais de seis consultas no pré-natal é de 62% entre mães de nascidos vivos que não são negros e de apenas 37% entre as mulheres negras. Ou seja, 62% de mulheres que não são negras fazem os exames seis vezes e as mulheres negras, 37%, praticamente a metade.
A mortalidade de crianças negras até o quinto ano de vida é de 36 por mil, diminuindo para 28 por mil se se tratar de crianças que não são negras”, relatou.
E
concluiu, afirmando que, mesmo passados 124 anos da Abolição, a taxa
de pobreza entre negros é bem mais alta que entre aqueles que não são
negros. A diferença também vale para a taxa de analfabetismo no Brasil,
que é 50% maior entre os negros.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Festa Quilombola do Potreiro Grande
Festa segundo o dicionário e uma reunião de pessoas com fins recreativos, mas uma festa quilombola e muito mais que fins recreativos, e um momento de celebração, onde quilombolas de todas as regiões do município de Canguçu e região celebram a inserção do negro na sociedade de uma forma igualitária, celebram alegria do negro, a união e integração dos quilombos, a caminhada no rumo certo dos ideais quilombolas,
Elton Santos
Fotos da festa do quilombo Potreiro Grande
sábado, 24 de março de 2012
Cinco evidências da negritude de Jesus
1. Jesus nasceu em Africa. Os Evangelhos dizem de maneira explícita que Jesus nasceu em “Belém de Judá, no tempo do rei Herodes” (Mt 2,1 cfr. 2, 5.6.8.16), (Lc 2, 4.15), (Jo 7, 40-43). Nos tempos antigos, incluindo o tempo de Jesus, Belém de Judá era considerado parte de África. Até a construção do Canal de Suez, Israel fazia parte da África. Esta visão haveria de perdurar até 1859, quando o engenheiro francês Ferdinand de Lesseps pôs-se a construir o Canal de Suez. A partir daí, foi a África separada não somente geográfica, mas sobretudo histórica, cultural e antropologicamente do que hoje chamamos Oriente Médio. Aquela milenar extensão da África passa a figurar nos mapas como se fora Ásia.
5. Jesus era semelhante pedra de jaspe e de sardônio. Em apocalipse a Bíblia continua mostrando a negritude de Jesus. Ele é chamado o Cordeiro de Deus segundo as Escritura Sagrada, com seu cabelo lanoso, sendo comparado a lã de cordeiro, e os pés com a cor de bronze queimado(Apocalipse 1:15), com uma aparência semelhante pedra de jaspe e de sardônio (Apocalipse 4:3), que são geralmente pedras amarronzadas. As cores de jaspe e sardônio não são únicas e absolutas, são diversas cores.
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